quarta-feira, 14 de dezembro de 2011



A coisa mais importante, é não se amargar pelas decepções da vida. Aprender a deixar o passado para trás. Eu reconheço, que nem todos os dias serão ensolarado. Mas quando você se encontrar perdido na escuridão e no desespero. Lembre-se, é somente na escuridão da noite, que podemos ver as estrelas. E as estrelas o guiará de volta para casa. Então não tenha medo de cometer erros. Ou de tropeçar e cair, pois na maioria das vezes, os melhores prêmios, vêm quando se faz aquilo que você mais teme, talvez você consiga tudo o que deseja. Talvez, você consiga mais do que jamais tenha imaginado. Quem sabe aonde a vida te levará? A estrada é longa. E no fim. A jornada, é o destino.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011





Neste momento, há 7 bilhões de pessoas no mundo. Algumas estão fugindo com medo, algumas estão indo pra casa, algumas mentem para conseguir superar o dia. Outras estão encarando a verdade agora. Alguns são homens maus, em guerra contra o bem. E alguns são bons, lutando com o mal. Sete bilhões de pessoas no mundo, sete bilhões de almas. E algumas vezes você só precisa de uma. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011



  Era uma vez um pássaro. Adornado com um par de asas perfeitas e plumas reluzentes, coloridas e maravilhosas. Enfim, um animal feito para voar livre e solto no céu, alegre quem o observasse. 
  Um dia, uma mulher viu este pássaro e se apaixonou por ele. Ficou olhando o seu vôo com a boca aberta de espanto, o coração batendo mais rápido, os olhos brilhando de emoção convidou-o para voar com ela, e os dois viajaram pelo céu em completa harmonia. Ela admirava, venerava, celebrava o pássaro.
  Mas então pensou: talvez ele queira conhecer algumas montanhas distantes! E a mulher sentiu medo. Medo de nunca mais sentir aquilo com outro pássaro. E sentiu inveja, inveja da capacidade de voar do pássaro.
  E sentiu-se sozinha.
  E pensou: “ Vou montar uma armadilha. A próxima vez que o pássaro surgir, ele não mais partira.”
  O pássaro, que também estava apaixonado, voltou no dia seguinte, caiu na armadilha, e foi presa na gaiola.
  Todos os dias ela olhava o pássaro. Ali estava o objeto de sua paixão, e ela mostrava para as suas amigas, que comentavam: “Mas você é uma pessoa que tem tudo.” Entretanto, uma transformação começou a processar-se? Como se tinha o pássaro, e já não precisava conquistá-lo, foi perdendo o interesse. O pássaro, sem poder voar e exprimir o sentido de sua vida, foi definhado, perdendo o brilho, ficou feio – e a mulher já não prestava mais atenção nele, apenas na maneira como o alimentava e como cuidava de sua gaiola.
  Um belo dia, o pássaro morreu. Ela ficou profundamente triste, e vivia pensando nele. Mas não lembrava da gaiola, recordava apensa o dia em que o vira pela primeira vez, voando contente entre nuvens.
  Se ela observasse a si mesma, descobriria que aquilo que a emocionava tanto no pássaro era a sua liberdade, a energia das asas em movimento, não o seu corpo físico.
  Sem o pássaro, sua vida também perdeu o sentido e a morte veio bater á sua porta. “ Por que você veio? “, perguntou á morte.
“ Para que você possa voar de novo com ele nos céus”, respondeu a morte. “ Se o tivesse deixado partir e voltar sempre, você o amaria e o admiraria ainda mais; entretanto, agora você precisa de mim para poder encontrá-lo de novo.”

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Todos sabem amar, pois já nascem com este dom. Algumas pessoas já o praticam naturalmente bem, mas a maioria tem que aprender de novo, relembrar como se ama, e todos -  sem exceção - precisam queimar na fogueira de suas emoções passadas, reviver algumas alegrias e dores, quedas e recuperação, até conseguir enxergar o fio condutor que existe por trás de cada novo encontro.

Onze minutos - Paulo Coelho

sábado, 3 de dezembro de 2011



O tempo pode continuar a passar e tudo a nossa voltar mudar, mas eu nunca deixarei de estar perto de você. Afastadas pelas mudanças ao redor sim, mas juntos em alma, em coração e em desejo, pois ao seu lado é onde devo sempre estar e mesmo que não demostre é lá que me sinto completa. Juntas para toda a eternidade e nada mudará isso.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Eu não sou um corpo que tem uma alma, sou uma alma que tem uma parte visivel chamada corpo. Durante todos estes dias, ao contrario do que podia imaginar, esta alma esteve muito mais presente. Não me dizia nada, não me criticava, não sentia pena de mim, apenas me observava.